quinta-feira, 27 de outubro de 2011

PROFESSORES DE APOIO À INCLUSÃO

O trabalho das Professoras de Apoio à Inclusão consiste em adaptar atividades de acordo com as limitações e condições de cada aluno, valorizando suas habilidades , sendo flexível , tendo muita paciência, trabalhando com amor, dedicação e respeito mútuo. Desenvolvendo um trabalho colaborativo e amplo.
Lembrando que: lidar com a inclusão é desenvolver trabalhos diferenciados,  utilizando estratégias diversificadas,  com o mesmo conteúdo aplicado pelo professor de sala regular, dando-lhes oportunidades para que todos possam aprender, interagir, socializar, dialogar entre outras questões de aprendizagem.


Professoras:Renata de Fátima e Lúcia Aparecida

Atividades realizadas no AEE - Atendimento Educacional Especializado

Atividades realizadas por alunos que recebem atendimento especializado na sala do EAPE.
As atividades são adaptadas de acordo com as limitações e realidades dos alunos: praticando a leitura, escrita, desenvolvendo raciocínio lógico matemático, estimulando a construção do conhecimento através de exercícios diversificados que abrangem o currículo escolar, utilizando materiais concretos (material dourado, blocos lógicos, jogos, ábaco, dominó de alfabetização, entre outros), e neste processo de conhecimento, o lúdico, também, se faz presente. E fazemos uso da tecnologia assistiva, sendo um recurso de grande importância na potencialização da aprendizagem do aluno.

ALFABETIZAÇÃO-UTILIZANDO PALAVRAS CRUZADAS


ALFABETO MÓVEL






DOMINÓ DE ALFABETIZAÇÃO

terça-feira, 25 de outubro de 2011

AEE - Atendimento Educacional Especializado

O EAPE - Espaço de Apoio Educacional Especializado, também, conhecido como Sala de Recurso ou Atendimento Educacional Especializado (AEE) atende 40 alunos. Dentre os alunos atendidos, temos aqueles com deficiências ( auditiva, física, intelectual, transtornos globais de desenvolvimentos  e outras  síndromes)  e aqueles com dificuldades acentuadas de aprendizagem que estão sendo avaliados pela saúde( fonoaudiólogos, psicólogos e neurologistas). Além dos profissionais da saúde, conto também com o apoio do serviço de psicopedagogia. Toda a  equipe gestora, os professores e funcionários da escola apoiam o trabalho do EAPE. Para potencializar a aprendizagem  dos alunos com deficiências na sala de aula regula,r conto com a colaboração das professoras de apoio a inclusão. 
No decorrer do ano letivo de 2011, desenvolvemos vários trabalhos com os alunos do EAPE, além da participação dos alunos nos projetos desenvolvidos pelos professores em sala de aula regular.

Projeto Dia da Leitura 

No primeiro bimestre, nós apresentamos aos alunos da escola vários jogos educacionais e, em especial, os jogos  educacionais usando o computador ( tecnologias assistivas).

No segundo bimestre, nós estudamos a biografia de Romero Brito - estudamos suas obras e fizemos releituras.
Os alunos fizeram, também, quadras e pequemos poemas.



No terceiro bimestre, nós trabalhamos com poesias, jogral e música envolvendo alunos de várias salas de aula, os alunos do EAPE e,  em especial, "os músicos da escola".
Ensaio para apresentação do Dia da Leitura



Ensaio para apresentação do Dia da Leitura

Ensaio para apresentação do Dia da Leitura
No quarto bimestre, nós apresentamos a Oficina de  Fuxico, dentro do Projeto ARTSOL, que  atende aos alunos do EAPE, aos alunos com dificuldades de aprendizagem e aos com problemas de disciplina. Nas aulas de artesanto, nós produzimos várias peças e utilizamos muito a reciclagem. 





E.M.Profª CYNTHIA CLIQUET LUCIANO

Nossa equipe de trabalho



Um pouco da nossa história


Prefeitura inaugura nova escola para mil alunos na Enseada
São Sebastião, terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Foto: Celso Moraes | PMSS

Centenas de moradores acompanharam a inauguração da escola

A Prefeitura de São Sebastião inaugurou, na última segunda-feira (21/12) a Escola Municipal Cynthia Cliquet Luciano, na Rua Castro Alves, Enseada, Costa Norte do município. A nova escola da Enseada terá capacidade para atender mais de mil alunos, a partir de 2010. Familiares da professora Cliquet foram homenageados pelas autoridades, assim como os parentes do jornalista Miguel Santoro, que empresta o nome à Sala de Leitura da nova escola da Enseada.

“Essa obra foi feita com o dinheiro de todos vocês. Portanto, cuidem bem dela e não sejam mais enganados por falsas inaugurações de políticos que só pensam em poder e fazem obras eleitoreiras no último ano de mandato, sem a devida qualidade e o respeito com o dinheiro público”. As declarações são do prefeito de São Sebastião, Ernane Primazzi, pouco antes de descerrar a placa de inauguração da unidade de ensino. A solenidade foi acompanhada por todos os secretários municipais, quase todos os vereadores e centenas de moradores da Enseada, Canto do Mar e Jaraguá.

Em seu discurso, o prefeito elencou várias medidas já adotadas na área de educação. “Resolvemos o problema das 1.500 crianças que queriam colocar para estudar em uma tenda, na rua das Mangueiras, na Topolândia. Já iniciamos a Escola Municipal da Topolândia, a maior da cidade. Fizemos a reforma na escola de Juquehy e resgatamos o centenário Henrique Botelho e vamos instalá-lo no atual prédio da Secretaria de Educação. Ou seja é mais uma escola para a área central. Também já iniciamos a reforma na escola e no ginásio de Boiçucanga. Fizemos mais sete salas de aula na escola de Maresias e cobrimos as quadras do Verena, no Topo e da Escola de Boracéia. Em fevereiro os ônibus escolares já terão monitores para os alunos, pessoas com mais de 45 anos como havíamos prometido. Vejam só quantas coisas somente na área de educação”, disse o prefeito.

O chefe do Executivo disse que, em outras áreas, também privilegiou a Costa Norte neste ano que se encerra. Afirmou que no início de fevereiro devem ser iniciadas as pavimentações de mais quatro ruas na região (duas no Canto do Mar e duas no Jaraguá) e que o calçamento da Rua Canadá começa nos próximos dias. “Também já estamos recuperando o Posto de Saúde do Jaraguá; em convênio com o Estado já foi recapeada a Avenida Dario Leite Carrijo; até janeiro vamos restabelecer aquela vergonhosa iluminação que fizeram ano passado na Praça da Enseada, para isso estamos acionando juridicamente a empresa responsável e, se ela não fizer, a prefeitura vai fazer”, disse.

Falou ainda de avanços em outras áreas de administração e fez um apelo aos moradores: “cobrem na rua daqueles que passaram pela administração, tiveram a oportunidade e não fizeram. Nós vamos fazer ano a ano, em todos os quatro anos da administração e não vamos enganar ninguém na véspera da eleição. As coisas já estão acontecendo, só não vê quem não quer”.

O vereador Marcos Tenório, da Enseada, falou em nome da Câmara Municipal. “Essa é uma escola de primeiro mundo. No mês passado, a prefeitura iniciou a escola do Topo. Isso mostra o quanto a educação é importante para o prefeito Ernane. A nossa comunidade está de parabéns por receber uma escola desse porte. Tenho certeza que, com iniciativas como essa, não iremos mais repetir os péssimos índices de educação registrados há um ou dois anos atrás”, afirmou o parlamentar.

Já a secretária de Educação, professora Angela Couto, recordou que há nove anos teve a incumbência de fazer um relatório sobre a defasagem educacional na Escola Frugoli, também localizada na Enseada. Segundo ela, “naquela época, já detectamos a necessidade de o bairro ter um espaço educacional como este que estamos inaugurando. Todos os móveis são novos, assim como todos os materiais didáticos. Cabe agora, também a comunidade ajudar a proteger todo esse projeto maravilhoso, impedindo a depredação tanto dos equipamentos quanto do prédio”.

(CR)

Fonte: Depto de Comunicação

Educadores de São Sebastião participam de curso de formação

Educadores de São Sebastião participam de curso sobre autismo

São Sebastião, quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Foto: Nayara Martins | PMSS

Professores recebem dicas e orientações sobre como lidar com alunos autistas

Curso segue até dia 7 de dezembro

Desde setembro, a Administração Municipal de São Sebastião realiza o curso “Autismo e suas necessidades”, que visa capacitar o professor para aprender a lidar com os alunos autistas nas escolas da rede municipal.

O curso acontece na EM Henrique Botelho até dia 7 de dezembro, com aulas semanais e carga horária de 30 horas. É destinado aos professores municipais e profissionais da Saúde.

São 20 participantes e a professora Deyse Moreira Lima é quem ministra o curso organizado pelo EAPE (Espaço de Apoio Pedagógico Especializado). A educadora é pedagoga habilitada na área de deficiência intelectual e especialista em Psicopedagogia.

Na aula, na noite de quarta-feira, 19, a professora Deyse falou sobre Transtornos Globais de Desenvolvimento, incluindo Síndrome de Asperger, Síndrome do X Frágil, Transtorno Desintegrativo da Infância e outros relacionados ao autismo.

Já na Síndrome do X Frágil, a criança pode nascer com problemas por apresentar um cromossomo X que pode estar desligado e não funcionar. Em média, a síndrome afeta um em cada 3,6 mil meninos e uma em cada 6 mil meninas, sendo mais comum em meninos. A Síndrome do X Frágil pode se manifestar por três aspectos: atraso mental, alterações do aspecto físico e do comportamento.

O Transtorno Desintegrativo da Infância (TDI) surgiu antes do autismo e foi descoberto pelo pediatra alemão Teodore Heller. Entre as características estão: déficits sociais e comunicativos e aspectos comportamentais observados no autismo. Já sobre o Espectro Autista, que se apresenta em diferentes graus, tem ações parecidas com os do autismo.

Inclusão

Segundo Deyse, essas crianças autistas devem ter o mesmo tratamento em sala de aula que os outros alunos, adotando uma política da inclusão. “Nós, em São Sebastião, estamos à frente de muitos municípios”, observou.

Ela também citou algumas pessoas mais conhecidas com comportamentos semelhantes aos do autismo, como Isaac Newton, Michelangelo, Charles Darwin, Albert Einstein e Bill Gates. E um filme com Temple Grandin, PHD em Ciência Animal e professora da Universidade de Colorado, também foi exibido aos participantes. Ela foi diagnosticada como autista aos 2 anos e hoje ministra palestras, além de ser autora de livros sobre a sua experiência.

Aprendizado

Para os professores, o curso está sendo um verdadeiro aprendizado de como lidar com alunos com essas características no comportamento.

A professora da Apae, Angelina da Silva, disse que o curso é bem dinâmico e já aprendeu muitas ações que podem ser aplicadas com os alunos na entidade.

Mesma opinião compartilha Rita Ianni, diretora da EMEI Branca de Neve, em Juquehy, “O curso está esclarecendo muitas dúvidas que nós, educadores, temos com essas crianças em sala de aula. Devemos estar preparados para aplicar o que aprendemos na prática”, analisa.

(NM/CF)

Fonte: Depto de Comunicação

I FÓRUM DA EDUCAÇÃO DE SÃO SEBASTIÃO

Palestras e atividades mostram o cotidiano do professor dentro do 1º Fórum Municipal
São Sebastião, sexta-feira, 14 de outubro de 2011
          Foto:Luciano Vieira | PMSSEducadores ouvem atentos as histórias do professor Perissé
 Público lotou as dependências do Teatro Municipal e do Tebar
“O professor do futuro”. Este foi o tema da palestra que abriu na manhã de sexta-feira 14, no Teatro Municipal de São Sebastião ,a programação do segundo dia do 1º Fórum Municipal da Educação com o professor doutor Gabriel Perissé.

Cerca de 800 educadores da rede municipal de ensino prestigiaram o evento nos dois dias. Na sexta, eles lotaram as dependências do Teatro Municipal e também do Tebar Praia Clube.

Atualmente, Perissé faz pós-doutorado em Filosofia da Educação, na Unicamp, e é autor de mais de 20 livros na área educacional. Formado em Letras, é mestre em Literatura Brasileira e doutor em Filosofia da Educação pela USP.

Perissé abordou, de uma maneira geral, como se encontra a educação no Brasil. Para ele, muitos políticos e autoridades falam que a Educação vai mal, mas nem sempre os educadores são consultados, citando uma frase do sociólogo Florestan Fernandes “A Educação no Brasil é um problema de inacreditável gravidade”. Porém, afirmou que a média de anos de estudo no País aumentou de 2.5 (1980) para 7.2 (2010) e, hoje, todos têm acesso à escola.

Lembrou ainda, de forma bastante dinâmica, como será o professor no futuro. Para ele, o educador deverá ser pesquisador, ouvir as pessoas e criar o seu próprio estilo. “Os métodos antigos não funcionam mais em sala de aula”, frisou. E também tem que ser leitor. “Infelizmente o professor brasileiro lê pouco, mais da metade não lê”. Por último, Perissé afirmou que o educador deve ser autor, sendo uma decorrência do pesquisador e do leitor. “É aquele que inventa e reinventa, fazendo algo novo, mas não se desliga do passado”.

Em seguida houve uma apresentação de um grupo de professores com as músicas “Quase Nada”, de Zeca Baleiro, e “Paradeiro”, de Arnaldo Antunes. E ainda a apresentação do vídeo “Por quê vale a pena ser professor”, com depoimentos de vários professores da rede municipal.

Ser professor

A segunda palestra do professor doutor Elydio dos Santos Neto, sobre o tema “Ser professor no Brasil hoje – problemas, angústias e possibilidades” também atraiu a atenção dos educadores. Formado em Filosofia e Pedagogia, é mestre em Ciências da Religião e doutor em Educação pela PUC. Foi professor e pesquisador da Universidade Metodista, de São Bernardo do Campo, e hoje é docente na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa.

Santos Neto mostrou no telão uma história em quadrinhos, com o título “Não basta nascer”, mostrando as possibilidades do professor nesta sociedade capitalista do Brasil. “Quem nasce já é um vitorioso, mas nascer não é suficiente, resta saber qual é o seu paradeiro. A grande questão é quando apenas o sistema dita as regras do que temos a fazer”, frisou.

O palestrante mostrou ainda a necessidade de os educadores se reinventarem e nascerem para uma nova realidade. Ele ressaltou que as coisas passam tão rápidas que “nos impedem de viver a experiência e quando o professor perde essa experiência, a aula deixa de ser um acontecimento. Em tempos de globalização, precisamos ganhar a capacidade de nos diferenciarmos nesta sociedade capitalista”, disse. No final da palestra, Ele apresentou um vídeo com o show do cantor e compositor Milton Nascimento “Tambores de Minas”, mostrando a história do cantor, numa época de crise, em que fez um renascimento de si mesmo. “Sempre é tempo de renascer”, ressaltou.

Bom nível

Professores presentes no evento elogiaram o nível dos palestrantes. Na opinião de alguns profissionais, São Sebastião precisava de um evento deste porte voltado à área da Educação.

“Todas as palestras foram maravilhosas. Acho que o evento deu um ânimo novo aos educadores do município”, afirmou a diretora Geni Amaral, diretora da Emei “Arlete Nascimento de Moura”, o “Peixinho Dourado”, de Maresias.

A mesma opinião teve a professora Tatiana Maria dos Santos, da EM de Barra do Una, que leciona numa sala na ilha Montão de Trigo. “Achei as palestras muito interessantes, pois levaram a todos a refletir sobre o seu papel de educador na sociedade”, observou.

(NM/RF)

Fonte: Depto de Comunicação